segunda-feira, 5 de novembro de 2007

Gigante com medo


Quem és tu, Gigante? Porque temes?

O afastamento que me reservas é alguma defesa mecânica, fria, racional?

Não te levo a mal a defesa... apenas me entristece que a cumplicidade que haja com outros, para mim seja repudiada. Poderoso, grande, firme nos seus intuitos e no seu caminho. Mas nunca à vontade. Será por ser eu "leviana"? Descontraída? Por ser a minha vida um livro aberto a todos, sem medos nem segredos, sem pudor nem temor...


... ou sou eu que te repudio?

Sou eu que ergo o muro, mantenho a distância, coloco a frieza em momentos de descontracção?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Longe do olhar... perto do coração.

E fazer entender isto?
Tenho quem me entenda. Amigos, familiares distantes.
Lisa, a minha Diana Barros, a minha luz de infância, estrela brilhante, linda como Mulher e como Pessoa. Nada me cobra por não lhe escrever, não lhe telefonar, o carinho que me estende quando finalmente o faço - ou faz ela primeiro - é o mesmo que me estendia há 20 anos atrás. Oooops... quer dizer, 10 :-) Como se ainda agora tivesse descido as escadas do prédio, depois de termos brincado as duas com o Gilberto Gil e a Nicha. Isto sem falar na Barbie e na Cindy...
Neusa, a minha preta. A minha primoca do coração. Engravidou, deu à luz, e só passado meses a fui ver... ela e a bebé. Ou melhor, as fotos da bebé. Pois que nem fiquei para ver a pequena, tal era a pressa de chegar a casa - com uma razão válida, a família assim o exigia...
Depois há os familiares que não entendem isto. Que, não interessa a distância, o silêncio, eu estou aqui. Tal como sei - sim, EU sei - que eles estão lá.
Desnaturada? Sou. E com muito orgulho. Pois com o meu "desnaturamento" consigo gostar mais e ser mais verdadeira do que os que todos os dias batem no peito e fazem demonstrações fúteis de afecto, para nas costas... enfim.